segunda-feira, 19 de março de 2012

2º Simpósio e 4ª Peregrinação Nacional da Família refletem 'A Família: o Trabalho e a Festa' no Santuário Nacional


Redação A12

Santuário Nacional já está com tudo pronto para abrigar o 2º Simpósio Nacional das Famílias e a 4ª Peregrinação Nacional das Famílias.

Esse ano o Simpósio tem como tema 'A Família: o trabalho e a festa'.

Os eventos acontecerão no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, nos dias 28 e 29 de abril.

No domingo, dia 29, todas as celebrações do Santuário Nacional serão presididas por bispos, que farão menção ao evento e ao tema da peregrinação.

Concomitante às missas acontecem atividades para a juventude no auditório padre Noé Sotillo, no subsolo do Santuário Nacional.

Esta semana, representantes da Comissão Organizadora dos dois eventos estiveram reunidos com membros do Santuário Nacional.

A reunião teve como prioridade fechar os últimos detalhes dos dois grandes encontros das famílias em caráter nacional.

O Centro de Eventos tem capacidade para 8 mil pessoas e uma estrutura muito especial para acolher os agentes da Pastoral Familiar, famílias, bispos e padres, pessoas que amam e acreditam na família.

Confira a programação completa do evento:

Sábado, dia 28:

9h – celebração

9h15 – Palavra de Dom Petrini

9h30 – Palestra Família e Trabalho com Márcio Pochmann (IPEA), Show e Palavra dos Bispos Participantes

10h30 – Show com Antonio Cardoso e Trio Ir ao Povo e Palavra dos Bispos Participantes 

12h: Ângelus – Dom Antônio 
Augusto Duarte

12h10: Almoço

13h30: Retorno das Atividades

14h: Palestra Conceito de Família e Festa – Pe. Zezinho, scj, Show e Palavra dos Bispos participantes

15h: Show com Grupo Chamas - Hemerson Jean e a banda Typ Vox e Palavra dos Bispos participantes 

17h: Encerramento – 
Dom Antonio Joaquim Justino Ferreira

18h – Celebração Eucarística no Altar Central com Dom Eduardo Pinheiro, Presidente da Comissão Episcopal da Juventude.

19h – Procissão Luminosa animada por Severino Clasen 

Dia 29 de Abril – Missas – Todas presididas por bispos convidados

5h30 – Dom Salvador – Bispo de Ourinhos (SP)

8h – Cardeal Dom Damasceno – Arcebispo de Aparecida (SP)

10h – Dom Petrini – Bispo de Camaçari (BA) e Presidente da Comissão Vida e Família

12h – Cardeal Dom Odilo – Arcebispo de São Paulo (SP)

14h – Dom Murilo – Arcebispo de Salvador (BA)

16h – Cardeal Dom Geraldo Majella – Arcebispo Emérit de Salvador (BA)

18h – Missionários Redentoristas


Para participar dos encontros, o interessado deve se inscrever através do site: www.cnpf.org.br, pelo Regional da CNBB, ou ainda, pela diocese. Não há vagas restritas para as dioceses e Regionais.

Foto: imprensa/Santuário Nacional: Famílias durante 3ª Peregrinação Nacional das Famílias em 2011 no Santuário Nacional 

domingo, 18 de março de 2012

O GRAVE DANO DE UMA PÉSSIMA LEI


As leis devem apoiar e privilegiar a virtude e o bem. É claro que para se chegar a esse fim são necessários o sacrifício, a renúncia ao mal e a força de vontade moral. No entanto, o mundo de hoje quer “soluções fáceis e rápidas para problemas difíceis”, como dizia Paulo VI. Não quer mais saber de sacrifício nem de virtude; elimina a moral com a “ditadura do relativismo” (como ensina Bento XVI), a qual justifica qualquer comportamento, seja bom ou mau; ou seja, elimina a moral, os bons costumes, aquilo que o Catecismo da Igreja Católica ensina em sua terceira parte, o “lex vivendi”.
Sabemos que não há solução fácil e rápida para problemas difíceis; nenhum médico vai receitar apenas algumas aspirinas a quem tem um grave câncer. Não, a pessoa terá talvez que ser operada, fazer sessões de radioterapia e quimioterapia. Da mesma forma, nas doenças da sociedade também não adianta dar “aspirinas” para curar o doente; é preciso mais. Uma dessas leis negativas e perniciosas foi a Emenda Constitucional 66, publicada em julho de 2010, que extinguiu os prazos necessários para a realização do divórcio. Antes, era necessário estar separado judicialmente há um ano ou separado, de fato, por dois anos para o casal poder se divorciar”, afirma em nota a assessoria de imprensa do órgão.

Nesse período de “carência” o casal separado poderia ainda se reconciliar, pensar, amadurecer os motivos da separação, que nem sempre são tão graves. Quantos chegaram à reconciliação mediante o perdão! Mas quando a lei facilita a separação, o mal cresce e destrói mais ainda, ao invés de construir.Os cartórios de notas passaram a lavrar escrituras de divórcio em 2007, com a aprovação da lei 11.441/07, que desburocratizou o procedimento e permitiu a realização de divórcios consensuais nesses locais.
http://www.mfcpr.org.br 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Fundação do Movimento familiar Cristão



O Movimento Familiar Cristão nasceu em Buenos Aires, capital da República Argentina, no final da década de 40.
Duas idéias básicas motivaram e dois movimentos anteriores inspiraram os grupos iniciais: A Espiritualidade Conjugal, no que centravam-se as Equipes de Nossa Senhora de Paris e Bélgica e o Apostolado Familiar,base do Christian Family Moviment dos Estados Unidos e Canadá.
Em fins de 1948, um grupo de casados da paróquia de San Martin de Tours de Buenos Aires, entusiasmados por estas idéias, pediram ao Pe. Pedro Richards, promotor e transmissor de muitas destas notícias, para implantar esta nova espiritualidade que se manifestava.
Tripla finalidade do MFC
A última orientação dada por Jesus antes de ir, no dia da Ascensão, foi: “Vá e ensine”.
Não é que meramente sabendo isto o Ser Humano melhorará, mas se não souber que isto é o que deve fazer, mal poderá chegar ao que convém com a sua felicidade.
O MFC realiza sua dinâmica e seu conteúdo com vistas a cumprir a missão do Mestre e, em contar os anos de luta, tem sido um esforço para levar a cabo esta ordem divina.
1) Efetivamente, o MFC, através das suas reuniões de grupo periódicas, vai esclarecendo que: Evangelho é proclamar uma Pessoa, o terceiro da Unidade Conjugal: Cristo Jesus. E como os dois amores, divino e humano, são inseparáveis, este estreito vai descobrindo os aspectos amorosos de marido e mulher.
2) Mais: o MFC é um Laboratório da espiritualidade matrimonial. Por meio de testemunho pessoal e em grupo, vão descobrindo o equilíbrio masculino e feminino que se submeteram no “sim” inicial, nesta associação.
3) O MFC investe neste aspecto duplo da sua Espiritualidade provocando uma capacidade singular missionária para o bem da vida pessoal e também social, “O amor é criativo”, dizia São Francisco de Assis e os diversos serviços que têm sido realizados, demonstram as energias evangélicas ocultas no Casamento. Será lhes despertando e oferecendo em um grande número, para a Comunidade necessitada!
Escrito pelo Pe. Pedro Richards:

Nasce o Movimento Familiar Cristão:


Depois de muito tempo, o nome muda de "Grupos de Nazaré" para Movimento Familiar Cristão, era importante levar a palavra “cristão” por causa da tendência laicista daquele tempo. Na França e nos Estados Unidos se chamavam equipes de Nazaré, mas para nós parecia algo estático por isso escolhemos: Movimento.
Neste momento tiveram a tentação de deixar o objetivo de lutar pela família para dedicar-se à “ação social e esta tentação surgiu do homem, já que sua origem é do barro; então está sempre no terreno, no material, no laicista; ao contrário da mulher que nasce da costela do homem, por isso é mais espiritual, mais delicada.
O antigo emblema estava representado por uma Cruz e três círculos que segundo a definição de Pio XII representava: a pessoa, a família e a sociedade.
O MFC nasceu evangelizador
O MFC nasceu evangelizador e o evangelizador tem uma sensibilidade muito especial, que não se encontra no ativismo.
O Padre Pedro escreveu 80 cartas, já que junto com a ação tem que ter a força da formação.
Nunca devemos pensar que sabemos tudo, ninguém escuta falar sobre a espiritualidade conjugal e se não temos pessoas convencidas deste atrativo, pessoas que empurrem, que queiram crescer por dentro e por fora, não conseguiremos nada, se temos um atrativo devemos usá-lo, senão não nos serve. João Paulo II em Puebla disse: “O futuro da evangelização da América depende da família”. O Papa acertou como uma luva e agora temos que levantar esta bandeira! Devemos ver dois aspectos importantes para definir nossa ação:
1) Crise na constituição da família
Nos dias de hoje se unem sexualmente, mas não sacramentalmente; começam a união sexual sendo namorados. Logo vivem como um casal e dizem construir uma família. Alguns se casam civilmente e outros nem sequer se casam assim, mas são poucos que estabelecem uma união sacramentalmente.
2) Para funcionar bem:
O homem, imagem de Cristo, a mulher, a imagem de Maria. A Igreja tem um pensamento que Cristo deve estar na família. Tem um pensamento que o padre também deve estar, isto é natural. Esta situação faz com que a mulher se sinta em condições inferiores (intimamente, ainda que não se dê conta disto) quer copiar o homem em tudo, não somente nos empregos, mas em todos os aspectos; se vestem como eles, fumam como eles, falam como eles, ficam bêbadas como eles, e não se dão conta que elas são mais importantes que os homens, na medida em que ocupam seu próprio espaço.
A Igreja nasceu ao pé da cruz e ali haviam três mulheres e um homem, por isso a Igreja se constitui com 75% da mulher e 24% do homem. A mulher é mais espiritual que o homem.
Vemos, a crise dos sacerdotes, a falta dos mesmos no mundo se dá pura e exclusivamente porque os homens não sentem a espiritualidade e não a vivem, ou se tem na família, muito dificilmente chegarão a sentir uma verdadeira vocação, já que sua natureza é assim, mais matéria que espírito.
“Em 1948 o que eu senti era que deveríamos recuperar o homem para viver a importância da espiritualidade, quando falo homem me refiro ao macho.
Pio XII dizia: “A mulher deve ser mãe, porque biologicamente foi criada para cumprir essa missão, fazer o que nos corresponde nesta vida, mas não por benefícios econômicos, mas por Jesus, porque isso é o que ele quer ou espera da mulher”.
São Paulo dizia aos machos que tinham que amar; que sacrificar sua família, mas não somente lhes dando pão para comer. Se o pai se ocupa bem com a pequena Igreja doméstica que é a família, a mãe pode se ocupar da Igreja Grande, ajudando os filhos no crescimento da fé.
Os homens nunca inspiram a mulher para tarefas espirituais, pelo contrário, o homem que caminha por este caminho é porque foi inspirado por uma mulher.”
PADRE PEDRO RICHARDS, c.p. 31/12/1911 – 30/10/2004, 92 anos vividos a fundo.

MFC OnLine

Por que os casais se separam?


Por que os casais se separam? O que acontece para que o casamento acabe? Um dia eles se conheceram o coração bateu mais forte, fizeram promessas, se casaram e numa determinada época se separam e vai cada um para seu lado.

Para falar de separação é interessante entender por que eles se casam.

Na nossa cultura somos educados para o casamento. Em uma determinada idade a sociedade cobra que você se case, nesse momento você procura a pessoa que melhor se encaixe nos seus padrões e preferências para se casar.

Geralmente vamos pela aparência, ou seja, o comportamento aparente. Depositamos no outro aquilo que queremos para nós, com o tempo passamos a conhecer a pessoa como realmente ela é, porque a fase do namoro não permite ver os defeitos. Passado essa fase, vem a rotina do dia a dia, começam a surgir os problemas, acontece a intolerância e a não aceitação dos defeitos um do outro.

A confiança no outro é um fator a ser considerado; enquanto ser humano somos tomados de um sentimento de posse em relação aquilo que achamos que é nosso, dizemos: “meu filho”, “meu marido”, “minha esposa”, e com isso queremos que essas pessoas se comportem exatamente como nós esperamos, só que elas têm personalidade própria, são outros seres humanos.

Temos uma expectativa muito grande em relação ao comportamento, por exemplo: “Você não chegou no horário!” (mas no horário que eu esperava, e os problemas dele eu desconsidero?)

A individualidade deve ser preservada, podemos nos considerar “uma só carne” após o casamento, porém com personalidade própria e ímpar.

A individualidade deve ser preservada em cada detalhe. A sua hora de banho, de dormir, de comer e até o momento em que deseja ficar a sós consigo mesmo. Muitas vezes fazemos coisas que não queremos somente para agradar o outro, mas essa prática constante tende a saturar o relacionamento, você deixa de ser autêntico e passa a viver em função do outro.

Muitas vezes o dormir em cama ou quartos separados passa a ser uma necessidade, se um ronca e o outro não, um gosta de ar condicionado e o outro não... detalhes que passam despercebidos mas que com o tempo vão se acumulando e acabam por detonar brigas intensas por motivos que são desconhecidos do casal, só sabem que brigam.

As limitações da individualidade estão presentes no simples ato de impedir que o marido pratique seu esporte preferido ou que a esposa visite as amigas ou vá passear no shopping. As proibições contribuem para a perda da individualidade.

A relação deve ser ponderada, usando o bom senso para não expor o outro a situações constrangedoras, deve-se sair com os amigos, conhecer novas pessoas, estudar, trabalhar, para quando estiverem juntos terem o que trocar um com outro além de lamentações da vida cotidiana.

A vida sexual tem fator decisivo na estabilidade do casal, principalmente se na fase do namoro o comportamento era diferente do apresentado após o casamento. No namoro há uma tendência da atividade sexual ser mais quente e constante e com a vida conjugal isso tende a esfriar.

A mulher se constrange, muitas vezes acreditando que deve ter uma postura mais séria, se engorda um pouco inibe-se frente ao parceiro.
O homem por sua vez perde parte de seu romantismo, deixando de lado o jogo da conquista, se descuida da barba por fazer, da limpeza do carro para o passeio de fim de semana, como se não precisasse mais conquistar, “já é meu”.

Com o nascimento dos filhos a tendência é a situação se agravar, a mulher se torna mãe e suas atribuições no casamento aumentam, mas a freqüência não é tudo, não podemos perder de vista a qualidade.

A emancipação feminina tem seu papel na separação.

Historicamente a mulher saía da casa dos pais direto para o casamento, inclusive na separação, ela era “devolvida” para os pais. Hoje a mulher já mora sozinha mesmo antes do casamento e tem sua independência financeira.

Para alguns homens a mulher ser bem sucedida pode incomodar, pois ele não será mais o dono da situação, ele perde o controle, como se isto fosse necessário. O homem não está preparado para ser sustentado por uma mulher, causando um sentimento de impotência.

Poderíamos seguir páginas e páginas descrevendo situações que contribuem para o fim de um relacionamento conjugal, o objetivo foi apenas elucidar as causas mais comuns.  

Dra. Carmen Lúcia Moraes é Psicóloga especializada em Terapia de Casal e Familiar. 

quarta-feira, 14 de março de 2012

AS CRIANÇAS E A INTERNET - Como Orientar O Uso.




A
 Internet pode ser um ótimo local para aprender, se divertir, bater papo com os amigos da escola e simplesmente relaxar e explorar. Mas, assim como no mundo real, a Web pode ser perigosa para as crianças. Antes de permitir que seu filho permaneça online sem a sua supervisão, estabeleça algumas regras com que todos concordem.

Se você não sabe por onde começar, aqui estão algumas ideias sobre que pontos abordar com seus filhos para ensiná-los como usar a Internet com segurança.

1. Incentive seus filhos a compartilhar suas experiências na Internet com você. Divirta-se na Internet junto aos seus filhos.

2. Ensine-os a confiar em seus instintos. Se alguma coisa online fizer com que se sintam nervosos, eles devem lhe contar.

3. Se seus filhos visitam salas de bate-papo, usam programas de mensagens instantâneas, videogames online ou outras atividades na Internet que exijam um nome de logon como identificação, ajude-os a escolher um nome que não revele nenhuma informação pessoal sobre eles.

4. Insista para que nunca informem seu endereço residencial, número de telefone ou outras informações pessoais, como onde estudam ou onde gostam de brincar.

5. Ensine a seus filhos que a diferença entre certo e errado na Internet é a mesma que na vida real.

6. Mostre a eles como respeitar os outros online. Explique que as regras de bom comportamento não mudam apenas por estarem em um computador.

7. Insista para que respeitem a propriedade de outros online. Explique que fazer cópias ilegais do trabalho de outras pessoas, como música, videogames e outros programas, é roubo.

8. Diga a eles que não devem nunca encontrar amigos virtuais pessoalmente. Explique que os amigos virtuais podem não ser quem eles afirmam ser.

9. Ensine a eles que nem tudo o que lêem ou vêem online é verdade. Encoraje-os a perguntar a você se não tiverem certeza.

10. Controle as atividades online de seus filhos com software de Internet avançado. Os controle de menores podem ajudar a filtrar conteúdo ofensivo, monitorar os sites visitados pelos seus filhos e descobrir o que fazem lá.

COMO ENSINAR SEUS FILHOS A
EVITAR INFORMAÇÕES FALSAS ONLINE
A Internet oferece inúmeros recursos e oportunidades para aprender, mas também contém uma grande quantidade de informações que pode não ser nem útil nem confiável. Como qualquer um pode publicar comentários ou informações na Internet, os usuários precisam desenvolver algumas habilidades de pensamento crítico, para julgar a veracidade das informações disponíveis online.

Isso é particularmente verdadeiro para crianças que tendem a acreditar que "se está na Internet, deve ser verdade". Tradicionalmente, os recursos impressos sempre tiveram seus meios de proteção — como editores, revisores ou verificadores de fatos — para eliminar erros, mentiras e informações pouco precisas. Entretanto, em muitos casos, a Internet não possui esses meios de proteção para verificar a validade das informações publicadas online.

Ensine as crianças como a Internet funciona e explique que qualquer um pode criar um site da Web, sem que ninguém lhe pergunte nada. Ensine-os a usar vários recursos de informação e a verificar, questionar e confirmar o que encontram online.

DICAS PARA AJUDAR AS CRIANÇAS A
IDENTIFICAR INFORMAÇÕES FALSAS

• Inicie enquanto eles ainda são pequenos. Atualmente, até mesmo as crianças em idade pré-escolar estão usando a Internet para buscar informações. Portanto, é importante ensiná-las desde cedo a distinguir fatos de opiniões, bem como a reconhecer informações tendenciosas, persuasivas ou preconceituosas.

• Faça perguntas aos seus filhos sobre as informações que encontram online. Por exemplo, qual o propósito do site? Divertir? Vender? O site contém informações de contato sobre o autor ou uma seção "Sobre nós"? O site é patrocinado por uma empresa, pessoa ou é uma discussão pública? A Internet é o melhor local para encontrar as informações que está procurando?

• Ensine-os a confrontar sempre as informações que coletam online com as de outras fontes. Consulte outros sites da Web ou mídias — como jornais, revistas e livros, para verificar as informações. Incentive-os a perguntar a você também.

• Encoraje-os a usar várias fontes de informações, não apenas a Internet. Leve-os à livraria ou compre uma boa enciclopédia em CD-ROM, como a Microsoft Encarta. Isso lhes fornecerá acesso a fontes de informações alternativas.

• Ensine-os técnicas eficazes para encontrar informações online. Isso irá melhorar muito suas habilidades de obter informações de qualidade. Uma maneira de conseguir isso é incentivando-os a usar vários mecanismos de pesquisa, em vez de apenas um.

• Converse sobre ódio e racismo com seus filhos. Os filtros de software podem ajudar a bloquear alguns materiais desse tipo. Entretanto, seus filhos devem saber o que é o racismo e conhecer os eventos mundiais, de forma que possam reconhecer um conteúdo promotor de ódio. Saiba mais sobre Como lidar com conteúdo promotor de ódio na Internet.

http://arautosdaalegria.blogspot.com